
Batem leve, levemente, como quem chama por mim… Sim, estava a nevar!
Um acordar diferente. Levanto-me ou volto para o quentinho?
A beleza do espectáculo contrasta com tudo aquilo que me desagrada nas temperaturas negativas: encolho-me tanto que acabo o dia com dores nas costas.
Um acordar diferente. Levanto-me ou volto para o quentinho?
A beleza do espectáculo contrasta com tudo aquilo que me desagrada nas temperaturas negativas: encolho-me tanto que acabo o dia com dores nas costas.
O desconforto que sinto é maior do que a alegria de desfrutar de uma paisagem rara por estes lados. Prefiro a rotina, a angústia costumeira, as temperaturas positivas, apesar de baixas, a cidade de sempre. As mudanças incomodam-me – deve ser da idade. Já não tenho idade para aguentar este frio.
Há vinte e tantos anos, já não me lembro quantos, não sentia tanto frio. A neve era um prazer e não constituía um obstáculo. As saídas nocturnas continuavam. A maluqueira imperava, fizesse chuva, sol, frio, geada… Sair era um imperativo que não se contrariava. A excepção acontecia pela manhã e outra regra se impunha – nunca ir às aulas com frio, muito menos quando nevasse.
Hoje, a nostalgia do passado tomou conta de mim. Sim, não fui trabalhar. Era muito perigoso conduzir com este tempo. Além disso, não acredito que o frio conserve e também não sou um urso(a) polar.
Há vinte e tantos anos, já não me lembro quantos, não sentia tanto frio. A neve era um prazer e não constituía um obstáculo. As saídas nocturnas continuavam. A maluqueira imperava, fizesse chuva, sol, frio, geada… Sair era um imperativo que não se contrariava. A excepção acontecia pela manhã e outra regra se impunha – nunca ir às aulas com frio, muito menos quando nevasse.
Hoje, a nostalgia do passado tomou conta de mim. Sim, não fui trabalhar. Era muito perigoso conduzir com este tempo. Além disso, não acredito que o frio conserve e também não sou um urso(a) polar.
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