Burle Marx, EntranhasAgora que o Carnaval acabou é tempo de recuperarmos as máscaras. As máscaras que usamos todos os dias e fazem parte da nossa identidade. Eu, como sempre, em contracorrente, decidi no Carnaval despir a máscara e mostrar as entranhas. Decidi também, e porque gosto e necessito de ser do contra, que vou continuar sem a máscara. Não sei quanto tempo vou aguentar esta exposição (que não é pública, mas mesmo sendo privada…). Necessitava de partilhar a angústia existencial, de partilhar as conclusões do balanço de uma vida a dois, a três, a quatro, e expor as emoções mais pungentes, dilacerantes e torturantes que habitam em mim. Espero sobreviver.
Claro que o espectáculo não é bonito de se ver…
Claro que o espectáculo não é bonito de se ver…



